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Google Pixel vs Moto Z: compare os celulares com Android puro

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O Google Pixel e o Moto Z são dois celulares que rodam versões praticamente puras do Android. Com a promessa de atualizações rápidas e bom desempenho, os smartphones trazem também ficha técnica de ponta, design renovado e recursos exclusivos como o Google Assistant e os Moto Snaps.
O Moto Z tem preço a partir de R$ 2.900 no site da Motorola. O Google Pixel ainda não está disponível para venda no Brasil, mas pode ser encontrado nos Estados Unidos por US$ 649 (cerca de R$ 2.220, em conversão direta). Se você está em dúvida entre os modelos, confira neste comparativo de especificações as vantagens e desvantagens de cada um.

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Google Pixel ou Moto Z: veja qual celular se sai melhor em comparativo.

Design
O Google Pixel chega com um design bastante diferenciado, sem qualquer botão de navegação na parte frontal e com a traseira feita de metal e vidro. Além disso, o aparelho traz um leitor de impressões digitais com a promessa de facilitar o uso e suporte a gestos. Disponível nas cores branco, prata e azul, o aparelho tem as maiores medidas do comparativo: espessura de 8,5 milímetros e peso de 143 gramas.
Já o Moto Z é feito inteiramente de alumínio, abandonando o corpo de plástico dos antigos Moto X. A traseira do aparelho chama a atenção por conta do “calombo” da câmera e pelo conector de 16 pinos usado para conectar as capinhas Moto Snaps. Com um corpo ultra fino de 5,2 m e peso de 136 gramas, o aparelho tem duas opções de cores: preto com prata e branco com dourado.

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Moto Z tem leitor de digitais na parte frontal e tela de 5,5 polegadas.

Tanto o Google, como a Lenovo equiparam os seus aparelhos com resistência a respingos e poeira. Com isso, os aparelhos devem aguentar chuva mais fraca e se comportar melhor em ambientes úmidos, desde que não sejam mergulhados.
Tela
O Google Pixels é uma opção mais compacta, com um display Amoled de cinco polegadas, resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) e densidade de 441 ppi. Já o Moto Z possui uma tela de 5,5 polegadas QHD (2560 x 1440 pixels), que chega a uma densidade de 535 ppi. Ambos os telefones são equipados com o Gorilla Glass 4, tornando-os mais resistentes contra riscos e quebras em acidentes.

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Google Pixel tem tela Amoled com resolução Full HD.

Para quem se preocupa com a qualidade da imagem, os dois modelos devem ser muito satisfatórios no dia a dia. Por conta da resolução maior, o Moto Z tende a oferecer uma melhor visualização em óculos de realidade virtual (VR), já que o telefone estará mais próximo dos olhos. Por outro lado, o Google Pixel aposta bastante nessa área com o Daydream.
Câmera
O telefone do Google chega com um sensor traseiro de 12,3 megapixels, que conquistou a maior pontuação no teste especializado DxOMark. O Pixel conta com abertura de f/2.0, estabilização eletrônica de imagens (EIS), foco misto a laser e flash LED duplo. O Moto Z, contudo, não fica muito atrás: são 13 MP com abertura de f/1.8, maior que o do rival, foco a laser, estabilização óptica (OIS) e flash LED duplo.

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Câmera traseira do Moto Z tem 13 MP.

Para vídeos, ambos podem gravar com resolução de até 4K (2160p), que tende a ser interessante para os usuários com TVs Ultra HD. Fora isso, o Google Pixel tem a habilidade de gravar vídeos em câmera lenta HD (720p) a 240 quadros por segundo (fps), que proporcionam resultados mais suaves e movimentos mais detalhados.

Na câmera frontal, o Google Pixel pode capturar selfies com até oito megapixels, com abertura de f/2.4 e gravação em Full HD. Já o Moto Z possui “apenas” 5 MP, mas com um conjunto melhor: abertura maior, com f/2.2, que promete melhorar a iluminação aliada a um flash LED frontal.

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Google Pixel chega com processador Snapdragon 821.

Especificações
O Google Pixel chega com um processador de última geração, o Snapdragon 821, que traz dois núcleos de 2,15 GHz e dois de 1,6 GHz. Além disso, o aparelho traz memória RAM de 4 GB e opções de 32 GB ou 128 GB de armazenamento interno, sem entrada para cartão de memória. O Moto Z vem com um chip quad-core Snapdragon 820 de 1,8 GHz, 4 GB de memória RAM e modelos com 32 GB ou 64 GB de memória interna, expansíveis em até 200 GB via microSD.

O processador mais atualizado do Google Pixel tende a apresentar um ganho de performance de 10% em relação ao Snapdragon 820 do Moto Z. Ainda assim, o usuário não deve perceber uma grande diferença no dia a dia. O celular da Lenovo, por outro lado, conta com a vantagem de ter suporte ao cartão microSD para a expansão do armazenamento.

No quesito bateria, o Google Pixel traz um componente de 2.770 mAh um pouco maior que os 2.600 mAh presentes no Moto Z. Ambos os aparelhos têm suporte à tecnologia de carregamento rápido, o que diminui o tempo necessário conectado à tomada.

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Moto Z possui processador Snapdragon 820 e bateria de 2.600 mAh.

Por fim, os dois smartphones trazem problemas de compatibilidade. Ambos adotaram a nova entrada USB-C, que é mais rápida e reversível, mas não pode ser usada com os cabos microUSB convencionais. Já o Moto Z traz uma preocupação adicional: o abandono da entrada de 3,5 mm, o que força a adoção de fones de ouvido sem fio ou com entrada USB-C.
Sistema operacional
Embora ambos aparelhos tenham Android praticamente puros, há diferenças importantes para os usuários. O Pixel chega com a versão 7.1 Nougat e tende a ser o primeiro aparelho a receber atualizações, vindas diretamente do Google. Além disso, o sistema traz algumas funções exclusivas no momento, como os atalhos em ícones, a assistente pessoal Google Assistant e o backup ilimitado no Google Fotos com alta resolução.

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Google Pixel tem Android 7.1 Nougat com funções exclusiva.

Já o Moto Z adota um sistema muito próximo ao dos aparelhos do Google, mas traz algumas pequenas modificações como apps próprios. O aparelho vem com o Android 6.0 Marshmallow e deve receber a versão 7.0 (Nougat) nas próximas semanas. Fora isso, há o suporte às capinhas Moto Snaps, que adicionam funções e melhoram características do telefone.
Conclusão
Disponível no exterior por a partir de US$ 649 (cerca de R$ 2.220, em conversão direta), o Pixel promete ser uma boa opção para quem deseja os recursos mais avançados do Google. O aparelho deve ser o primeiro a receber as novas funcionalidades do sistema, somado a uma boa ficha técnica para garantir bom desempenho. Contudo, o modelo pode não ser lançado no Brasil, tendo em vista que os últimos Nexus não chegaram ao país.

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Moto Z tem capinhas que adicionam funções ao celular.

O Moto Z, por outro lado, já está disponível no Brasil com preço a partir de R$ 2.900, no site da Motorola, e por R$ 2,6 mil, em buscadores de oferta. O aparelho tem como grandes atrativos a ficha técnica de ponta, a câmera frontal com flash e o suporte aos Moto Snaps. Contudo, as capinhas inteligentes da Lenovo devem ser compradas separadamente.
Se você ainda não decidiu qual optar, considere outras opções na mesma faixa de preço, como o Galaxy S7, o Moto X Force, o Galaxy Note 5, o Zenfone 3 Deluxe e o iPhone 7.

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Tabela comparativa entre o Google Pixel e o Moto Z.

FONTE: TechTudo

Falha no iPhone permite acessar dados com tela bloqueada: saiba evitar

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O iPhone tem uma nova falha de segurança que permite acessar fotos e contatos com o celular bloqueado mesmo sem ter a senha. Descoberto pelo canal do YouTube EverythingApplePro, o erro ocorre quando o usuário mal-intencionado recebe uma ligação e utiliza a Siri para ativar a função de VoiceOver no smartphone da Apple.  Além de deixar qualquer pessoa ver os seus dados, o bug é ainda mais preocupante porque afeta aparelhos com iOS 8 até a versão beta 10.2 – portanto, estão expostos do iPhone 4S até o mais recente lançamento, o iPhone 7.

Apesar do erro ser grave, é possível proteger os seus dados e imagens somente ao desativar a Siri na tela bloqueada. Veja, abaixo, mais informações sobre a falha e o passo a passo para fugir do problema, enquanto a Apple não libera a próxima atualização com a correção.

A nova falha de segurança acontece quando o usuário tem a Siri ativada na tela de bloqueio do iPhone. Após receber uma ligação de qualquer contato e clicar em “Mensagem” e “Personalizado”, a pessoa com más intenções ativa o VoiceOver por meio da assistente virtual. A partir disso, ela pode salvar um novo número de telefone. Ao selecionar uma foto de personalização, é possível acessar a biblioteca de imagens e os contatos, mesmo se o celular estiver protegido por senha e Touch ID.

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iPhone tem nova falha que deixa qualquer pessoa ver suas fotos e contatos.

Como desativar a Siri para proteger os seus dados

Enquanto a Apple não libera a atualização para corrigir o erro, o usuário pode proteger as fotos e contatos do celular ao desativar a assistente virtual da Apple na tela bloqueada do iPhone.

Passo 1. Clique em “Ajustes” e, depois, na opção “Siri”.

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Desligue a Siri na tela bloqueada do iPhone.

Passo 2. Agora, basta desligar a chave “Acesso na Tela Bloqueada”, de modo que a opção fique cinza, e não verde.

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iPhone tem falha de segurança com Siri ativada na tela bloqueada.

Pronto! Os seus dados estão protegidos mesmo com o novo erro de segurança do iPhone.

Via Softpedia

 

iPhone 6S com problema na bateria? Apple anuncia recall de celulares

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O iPhone 6S vai passar por um programa de recall devido a um problema na bateria. A Apple anunciou o chamamento nesta segunda-feira (21), alegando que “um número muito pequeno” de celulares estão desligando sem motivo aparente. Caso o dispositivo apresente o bug, a empresa vai substituir a bateria por uma nova.
Em resposta ao TechTudo, a Apple brasileira informou que a pane não afeta os celulares fabricados no país. No entanto, modelos trazidos do exterior podem apresentar o problema. A recomendação é de que os consumidores procurem a assistência técnica caso desconfiem de que o dispositivo se qualifica para o recall.

Modelos de iPhone 6S fabricados entre setembro e outubro de 2015 podem apresentar o comportamento defeituoso. Ao contrário de outros recalls, desta vez a companhia não forneceu um site para que os clientes informassem o número de série do iPhone, para ter a certeza de que ele entra neste recall.
As demais recomendações da companhia para que o consumidor prepare o iPhone 6S para o processo de substituição de bateria são as seguintes. Elas estão em uma página dedicada ao recall (em inglês).
1. Fazer o backup dos dados por meio do iTunes ou iCloud.
2. Desativar a função Buscar Meu iPhone.
3. Formatar o iPhone 6S.
A Apple se adiantou em afirmar que “não se trata de uma questão de segurança”. O posicionamento faz contraste com o da Samsung, que assumiu que o Galaxy Note 7 tinha baterias que poderiam causar explosão e decidiu retirar o smartphone do mercado.

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Na semana passada, a mesma Apple anunciou outro programa de reparo, desta vez referente ao iPhone 6S Plus. A chamada “doença do touch” faz com que a tela deixe de reconhecer os toques, além de apresentar uma barra cinza na parte superior.
A companhia alegou que o problema ocorre ao derrubar o smartphone repetidamente, e por isso decidiu cobrar uma taxa de US$ 149 (aproximadamente R$ 500, pelo câmbio de hoje) para corrigir o problema. O programa não vale para o mercado brasileiro.

 

 

Nova tecnologia faz computadores ‘pensarem’ como humanos; entenda

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Cientistas estão desenvolvendo um projeto que envolve o uso de componentes disponíveis no mercado atual para a construção de sistemas neuromórficos, em que computadores funcionam de forma inspirada na maneira pela qual o cérebro humano processa informações.
Os pesquisadores da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, têm como objetivo criar alternativas para os atuais modelos de desenvolvimento e processamento de dados atuais. Isso porque os modelos atuais estão em fase de esgotamento, em virtude da dificuldade de manutenção do progresso instituído pela Lei de Moore para os próximos anos.

Projeto visa o desenvolvimento de novos tipos de chips, capazes de funcionar de forma mais semelhante ao cérebro: mais rápidos e com capacidade de aprendizado.

O sistema neuromófico leva esse nome porque busca criar, artificialmente, um computador capaz de processar dados de forma parecida com o cérebro: com alto grau de paralelismo (várias unidades independentes trabalhando de forma independente), além de capacidades de aprendizado e tomada de decisões.

Para chegar nisso, os pesquisadores da universidade norte-americana usaram FPGAs, que são circuitos disponíveis no mercado e que têm como característica principal o fato de que podem ser reprogramados; da mesma forma que os nossos neurônios são o tempo todo. Com um grande conjunto desses circuitos, é possível criar um chip com alto grau de versatilidade, já que basta reprogramação para que assuma novos perfis e trabalhe com diferentes tipos de dados.

Esse detalhe da característica reprogramável dos FPGAs é central na ideia. Um circuito construído a partir da união de vários componentes desse tipo pode ser retrabalhado para funcionar de formas diferentes da inicial, ao contrário de um processador típico, que respeita uma lógica própria e inalterável de instruções.

A ideia de FPGAs como peça central de um futuro com computadores que operem como nosso cérebro tem limitações. Entre elas, está o fato de que esse tipo de sistema tende a gastar muita energia e exigir intervenções drásticas para reprogramação de suas versões. Além disso, o uso dos FPGAs, ao menos dadas as limitações atuais, é restrito a funções de co-processadores, tornando-os ainda inviáveis para substituir completamente uma CPU tradicional.

Via Universiade do Tennessee, PC World